Ivaldo Bertazzo
Born in São Paulo, in the district of Moóca, Ivaldo Bertazzo started dancing at the age of 16. He had lessons with Tatiana Leskova, Paula Martins, Renée Gumiel, Ruth Rachou, Klauss Viana and Marika Gidali. He also deepened his knowledge in the research developed by M.M. Béziers, Suzanne Piret (France) and Godelieve Denys Struyf (Belgium). Bertazzo founded the Escola do Movimento (1975) and from 1976 to 1992 he put up 24 spectacles, with two different groups – one with professional ballet dancers and the other, the “dance-citizenship” project, with amateurs. With the spectacle Cidadão Corpo (1996), he started a series of remarkable creations in which he associates the body to the concept of citizenship. From 2000, he started working with approximately 60 adolescents from Complexo da Maré (Rio de Janeiro), which resulted in three different spectacles: Mãe Gentil (2000), Folias Guanabaras (2001) and Dança das Marés (2002). In 2002 he went back to São Paulo, where he began the project Dança Comunidade, which enabled the youth from peripherical urban areas to have cultural interchanges with musicians from India, with percussion players from escolas de samba (Samwaad – Rua do Encontro, 2003) and South African artists (Milágrimas, 2005). In 2006, he transformed the group into a professional company – the Companhia de Teatro Dança Ivaldo Bertazzo. In the following year, after spending 22 years backstage, Bertazzo staged the spectacle Kashmir Bouquet.
Ivaldo Bertazzo
Paulistano da Mooca, Ivaldo Bertazzo começou a dançar aos 16 anos. Teve aulas com Tatiana Leskova, Paula Martins, Renée Gumiel, Ruth Rachou, Klauss Vianna e Marika Gidali, e aprofundou-se também nos estudos desenvolvidos por M.M. Béziers, Suzanne Piret (França) e Godelieve Denys Struyf (Bélgica). Criou a Escola do Movimento (1975) e, entre 1976 e 1992, Bertazzo criou 24 espetáculos, em dois planos – um com bailarinos profissionais, outro da “dança-cidadania”, com não-profissionais. Com o espetáculo Cidadão Corpo (1996), inicia uma série de criações marcantes associando o corpo à cidadania. A partir de 2000, trabalha com cerca de 60 adolescentes do Complexo da Maré (Rio de Janeiro), o que gerou três espetáculos: Mãe Gentil (2000), Folias Guanabaras (2001) e Dança das Marés (2002). Em 2002, de volta a São Paulo, deu início ao projeto Dança Comunidade, que realizou intercâmbios culturais de jovens das periferias da cidade com músicos da Índia e percussionistas de escolas de samba (Samwaad – Rua do Encontro, 2003), e artistas da África do Sul (Milágrimas, 2005). Em 2006, transformou o grupo em companhia profissional – a Companhia de TeatroDança Ivaldo Bertazzo. No ano seguinte, Bertazzo voltou aos palcos – após 22 anos de bastidores – com o espetáculo Kashmir Bouquet.