Trabalhamos na imensidão da cidade de São Paulo, com sua devassada cultura impessoal, onde pobreza e ignorância crescem galopantemente, aterrorizados pela violência cada vez mais crescente, asfixiados pelo ar poluído, condições mais que favoráveis para um design com expressão gráfica do pós-tudo, novo milênio, tanto escrevendo artigos acadêmicos quanto contribuindo para obscuras revistas de design de caráter
duvidoso, alimentando o debate que circunda essa prática.
Praticamos experimentações visuais provocativas, que
floresciam somente no confinamento protegido pelas escolas de
pós-graduação, atendendo empresas, interessadas cada
vez mais em modelos individuais de comunicação.