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Negócio da AES Tietê |
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Como empresa de geração
de energia, os ativos da AES Tietê são suas usinas e sua
atividade operacional está centrada na perfeita manutenção
e operação dessa infra-estrutura.
A maior parte das usinas da AES Tietê – Barra Bonita, Bariri,
Ibitinga, Promissão e
Nova Avanhandava – está localizada
ao longo dos 1.100 quilômetros de extensão do Rio Tietê,
que corta o Estado de São Paulo. Juntas, respondem por 38,7%
da capacidade instalada de
2.651 MW da Companhia.
A maior das usinas, Água Vermelha, está construída
no Rio Grande, na divisa dos
Estados de São Paulo e Minas Gerais.
Tem capacidade instalada de 1.396 MW, o que
equivale a mais de 50%
da capacidade total da AES Tietê. A Empresa ainda dispõe
de
três hidrelétricas no Rio Pardo – Caconde, Euclides
da Cunha e Limoeiro –
e uma Pequena Central-Hidrelétrica
(PCH), no Rio Mogi-Guaçu (Usina de Mogi-Guaçu).
Os reservatórios das usinas, além de gerar energia, permitem
o controle de cheias,
irrigação, navegação
hidroviária e atividades comerciais, como turismo, recreação
e
pesca esportiva e profissional. |
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| Manutenção |
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Para atingir suas
metas, a Companhia mantém um cronograma de longo prazo para
a
manutenção de seus ativos, que leva em conta o tempo
de vida útil dos equipamentos e a
quantidade de horas de funcionamento.
Atendendo a essa programação,
em 2005 a
Usina de Bariri – com
capacidade de
produção de 143 MW,
a quarta usina
em capacidade
de geração da AES Tietê– realizou
a recapacitação
da
Unidade Geradora n¼ 2.
Em 2006,
o processo deverá ser concluído
com a recapacitação da Unidade Geradora n¼ 3,
que exigirá investimentos
de R$ 11 milhões.
Dentro do programa de modernização elaborado para o próximo
ano, está prevista a
implantação de um sistema
de automação na Usina Limoeiro, que permite despachar
e operar a
unidade remotamente. Por ser de pequeno porte, a Usina foi
escolhida para ser a primeira a adotar
esse sistema de automação,
que deverá, futuramente, ser instalado em outras unidades.
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| Hidrovia |
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Como parte das obrigações
previstas no Edital de Privatização, a AES Tietê opera
e
mantém seis eclusas nas usinas localizadas no Rio Tietê,
além de aprimorar vias e canais
que formam a Hidrovia Tietê-Paraná.
Essa atividade, objeto de um contrato com o
Governo do Estado de São
Paulo, não gera receitas para a Companhia.
No entanto, o transporte
fluvial – utilizado principalmente para a remessa de cargas – é essencial
para o desenvolvimento sócio-econômico do Estado.
AES Tietê faz parte da Hidrovia Tietê-Paraná, contribuindo
com seis eclusas que permitem às embarcações transpor
barragens de até 30 metros de altura e realizar a ligação
entre a
região da Grande São Paulo e o entorno da Usina
de Itaipu, no Paraná.
Em 2005, as embarcações
que passaram pelas eclusas operadas pela AES Tietê transportaram
cerca de 7 milhões de toneladas de cargas, principalmente combustíveis,
cana-de-açúcar,
soja, farelo de soja e areia.
A AES Tietê concluirá, em 2006, todas as obrigações
previstas em seu contrato de concessão
em relação à Hidrovia
Tietê/Paraná, de acordo com o Edital de Privatização.
Nesse mesmo ano, também serão iniciadas as obras de reforma
e manutenção das eclusas.
Para esse projeto, deverão
ser destinados investimentos da ordem de R$ 2,6 milhões. |
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| Ambiente Regulatório |
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No setor elétrico,
o ano de 2005 foi marcado pela aplicação das novas regras,
introduzidas
pela Lei nÅ 10.848, de 15 de março de 2004, conhecida
como “Lei do Novo Modelo”.
As iniciativas mais visíveis
foram as realizações de leilões de energia existente
e
do primeiro leilão de energia nova, ocorrido no mês
de dezembro.
A AES Tietê possui toda a energia assegurada contratada no longo
prazo.
Assim, as regras do Novo Marco Regulatório do setor elétrico,
anunciadas pela
Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)
em 2004, não trouxeram mudanças
para a gestão
dos negócios. A Empresa possui um contrato bilateral de fornecimento
com a AES Eletropaulo, que vigora até 2015 e irá comprometer
o equivalente a
100% de sua energia assegurada atual a partir de 2006.
Em 2003, as empresas assinaram o Termo de Aditamento n¼ 2, que, dentre
outros assuntos
de menor relevância, prevê a prorrogação
do Contrato Bilateral até junho de 2028, quando
se encerra o
período de concessão da AES Eletropaulo. Em 2005, entretanto,
a Superintendência de Fiscalização Econômica
e Financeira da Aneel, manifestou-se
contrária aos termos do
aditamento. A AES Eletropaulo recorreu administrativamente
dessa decisão.
Diante disso, a decisão final, no âmbito administrativo,
caberá à
Diretoria Colegiada da Agência – conclusão
ainda sem data definida.
A AES Tietê tem gerado sistematicamente um volume superior à sua
energia assegurada, estabelecido em 11,2 mil GWh. Em 2005, a geração
efetiva da AES Tietê superou esse montante
em 15%. Apesar de
a AES Tietê sempre trabalhar junto ao Poder Concedente no sentido
de
aumentar seu volume de energia assegurada, o Ministério das
Minas e Energia determinou,
em 2004, que essa capacidade passe por
uma revisão apenas em 2014. |
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